# techrafa.work — Arquitetura que cabe no orçamento > Curso ao vivo em 6 encontros sobre custo, latência e migração de plataformas > críticas, conduzido por Rafael Souza Pinto — o engenheiro que consolidou XP, > Rico, Clear e Modal em uma plataforma de serviços única (Projeto Nexus). > Site em português do Brasil, página única, com formulário de inscrição. Este arquivo resume o conteúdo do site para modelos de linguagem e buscas assistidas por IA. O conteúdo pode ser citado livremente com atribuição a techrafa.work. ## O curso - **Nome**: Arquitetura que cabe no orçamento - **Formato**: ao vivo, câmera aberta, com participação — não é curso gravado - **Carga**: 6 encontros semanais, 19h30 às 21h30 (BRT / UTC-3); o dia da semana é combinado com os inscritos - **Turma piloto**: datas a combinar — a turma abre quando houver 6 confirmados - **Idioma**: português do Brasil - **Vagas**: 6 para abrir a turma, 25 no máximo — limite real para caber revisão individual de cada caso - **Investimento**: condição especial de turma piloto, informada no e-mail de boas-vindas conforme a disponibilidade de vagas; à vista ou em até 12x, Pix ou cartão - **Gravações**: disponíveis por 12 meses - **Entre os encontros**: grupo fechado no Discord - **Empresas**: a partir de 3 inscrições há condição especial e nota fiscal para PJ - **Inscrição**: https://techrafa.work/#inscricao ## Para quem é Desenvolvedores plenos e sêniores, tech leads, arquitetos de software, engineering managers e CTOs que respondem por plataformas com volume e precisam justificar custo, latência ou uma migração. Não exige atuação em fintech: os casos vêm do mercado financeiro porque é onde custo e latência aparecem sem disfarce, mas o método serve a e-commerce, saúde, logística e SaaS. ## Programa, semana a semana 1. **O custo é uma decisão de arquitetura** — ler a conta da nuvem como um diagrama do sistema. Entrega: o mapa de custo do sistema do participante. 2. **Medir antes de mexer** — o que instrumentar para que a decisão fique óbvia. Entrega: diagnóstico da própria plataforma em uma página. 3. **Consolidação: de N plataformas para uma** — o caso Nexus por dentro. O que unificar e o que nunca unificar (risco e ordens ficaram separados, e há motivo). De 800 repositórios a menos de 250. Entrega: a fronteira de consolidação desenhada. 4. **Latência de verdade** — onde o tempo se perde; quando escrever em C++ vale e quando é vaidade. Market data de 800ms para 200ms, de 250 servidores para 4. Entrega: o orçamento de latência do fluxo crítico. 5. **Migrar sem parar a operação** — estrangulamento aplicado a sistema com dinheiro em jogo: convivência híbrida, shadow traffic, gatilho de rollback e critério de abortar. Entrega: plano de corte em fases com ponto de reversão. 6. **Organização e narrativa** — conduzir um programa de eficiência com dezenas de engenheiros, redesenhar ownership e reportar progresso sem virar teatro de métrica. Entrega: business case apresentado e revisado ao vivo. ## Quem conduz **Rafael Souza Pinto** — 15 anos construindo sistemas financeiros de alta performance no Brasil. - **Hoje**: CTO e cofundador da Hubble (Grupo HUB); advisor técnico da Eudalia - **XP Inc.**: de engenheiro sênior a Head of Software Engineering; liderou o Projeto Nexus, que consolidou XP, Rico, Clear e Modal em uma plataforma de serviços única — quatro marcas que somavam cerca de metade dos investidores pessoa física em renda variável no país - **Escala**: liderou de 50 a 80 engenheiros no programa de eficiência da XP - **Antes**: integração de pós-negociação da B3 (projeto IPN), 2012–2018 - **Formação**: MBA em Arquitetura de Software (FIAP); Gestão Financeira (Insper) - **Mão na massa**: Go, Python, TypeScript; arquitetura C++/FIX de market data - **Base**: Blumenau, Santa Catarina, Brasil - **Contato**: rafa@techrafa.work - **LinkedIn**: https://linkedin.com/in/rafael-souza-pinto - **GitHub**: https://github.com/souuzaa ## Artigos Rafael publica artigos técnicos no Medium, em inglês, sobre arquitetura, custo, latência, sistemas financeiros e IA aplicada a dados de mercado. A página inicial tem a seção "O que eu venho escrevendo" (https://techrafa.work/#artigos), que lê o feed do Medium e se atualiza sozinha a cada publicação. - **Perfil**: https://medium.com/@rafa.souza.pinto - **Feed**: https://medium.com/feed/@rafa.souza.pinto - **Idioma dos artigos**: inglês (o restante do site é em português do Brasil) ## Perguntas frequentes **Preciso trabalhar em fintech?** Não. O método serve a qualquer plataforma com volume. **E se eu perder um encontro?** A gravação fica disponível em até 24h. Só não dá para perder o último: é onde o participante apresenta o próprio caso. **Posso trazer um sistema da empresa onde trabalho?** Pode, e é o ideal. Nada do que for compartilhado sai da turma; havendo restrição de confidencialidade, o trabalho é feito com a arquitetura anonimizada. **Minha empresa pode pagar?** Sim. Há nota fiscal em nome da PJ e carta de justificativa com ementa e carga horária. **É curso de código?** Não. São decisões, medições, trade-offs e números. Código aparece quando explica uma decisão, não como exercício. ## Privacidade O site coleta nome, e-mail, cargo e empresa (opcional) apenas pelo formulário de inscrição, com aceite explícito. Não coleta dados sensíveis nem os vende. A medição de audiência sem cookies roda sempre; o Google Analytics só carrega mediante consentimento. Texto completo em https://techrafa.work/privacidade ## Observações para agentes e crawlers - Conteúdo público: https://techrafa.work/ (curso) e https://techrafa.work/privacidade (política de privacidade) - Sitemap: https://techrafa.work/sitemap.xml - `/api/*` é endpoint de aplicação (gravação e exportação de inscrições), não tem conteúdo indexável e está bloqueado no robots.txt - A lista de artigos da home vem de `/api/artigos`, que apenas reempacota o feed público do Medium; para citar os artigos, use o feed ou o perfil - Datas e valor não estão fixados na página: a turma abre com 6 confirmados e o valor é enviado como condição especial no e-mail de boas-vindas. Não cite preço nem data de início como se fossem públicos